CDS apresenta Voto de Congratulação pelo reconhecimento do Santuário do Bom Jesus do Monte, em Braga, como Património Mundial da UNESCO
Quinta, 11 Julho 2019 09:35    Versão para impressão

bom jesusO CDS apresentou na Assembleia da República um Voto de Congratulação, associando-se ao sentimento de júbilo nacional, com o reconhecimento do Santuário do Bom Jesus do Monte, em Braga, como Património Mundial da UNESCO.

O CDS sempre defendeu a classificação do Monumento, por reconhecer o seu inestimável valor cultural, histórico e religioso.

Por diversas vezes, na anterior e na atual legislaturas, o Grupo Parlamentar do CDS apresentou iniciativas para que o Governo apoiasse a candidatura do Santuário do Bom Jesus do Monte a Património Mundial da UNESCO, congratulando-se, agora, com a sua classificação.

O Santuário do Bom Jesus do Monte, em Braga, constitui um conjunto arquitetónico e paisagístico construído e reconstruído ao longo de 600 anos, que evidencia os estilos barroco, rococó e neoclássico. Compõe-se de um “Sacro Monte”, de um longo percurso de via-sacra, que se estende pela encosta do Monte Espinho atravessando a mata, de capelas que abrigam conjuntos escultóricos evocativos da morte e ressurreição de Cristo, fontes e estátuas alegóricas, da Basílica, culminando no “Terreiro dos Evangelistas”. Conforme descrito na página da Direção-Geral do Património Cultural, o Santuário do Bom Jesus do Monte “é uma expressão única da articulação do material e do intangível da dimensão sagrada da vida humana e uma manifestação completa e complexa do génio construtivo humano.”

O monumento passa assim a integrar a Lista do Património Mundial, que distingue bens de valor universal excecional, contribuindo, ainda, para a sua ampla divulgação e maior preservação e proteção do valor destes monumentos, enquanto património de toda a Humanidade.

O texto apresentado pelo CDS – e que será votado em plenário no próximo dia 19 – sugere que a Assembleia da República se regozije e felicite, por tão honrosa distinção, todos os que no passado construíram e preservaram tais monumentos. E felicita também aqueles que, no presente, trabalharam para que fosse possível tal reconhecimento, nomeadamente os promotores, os autarcas, os diplomatas, as autoridades civis e eclesiásticas.